A menina acordou, sentou-se na cama e colocou as mãos na cabeça. Eu queria poder dizer que o seu corpo estava anestesiado e que ela não estava sentindo nenhuma dor. A menina se deu conta da situação, pensou em correr, sem forças. A cabeça ainda enterrada nas mãos ela percebeu que estava livre pra correr, sair daquele quarto. O vento corria pelo quarto, parava na porta e dizia “corra menina”, mais ou menos isso. A menina levantou-se e saiu, parou assim que saiu pela porta, um homem estava parado a uma distancia que a menina não calculou, a menina estava estupefata. O vento parou , virou-se e gritou “agora corra querida. você não vai querer ficar aqui pra ele fazer tudo de novo com você, vai?”. Ela virou e correu, o homem continuou parado. A menina via ao longe arvores, mato e cerca. Correu para lá, mesmo sem forças. Tropeçou. Lá ela ficou por alguns segundos sentindo a dor entre as pernas e na barriga. Chorou, não de dor, de raiva. “Eu vou matá-lo”, ela pensava. ”Mas pra isso tem que tá viva queridinha” ela escutou. Um tiro ao longe, isso é um “vou te pegar de novo menina”. Levantou-se e correu. Outro tiro, mais perto, “estou te alcançando”. A cerca estava perto, ela tropeçou assim que alcançou a cerca. “Nenhum problema, passou por baixo”. Começou a se arrastar e sentiu uma mão na sua canela. “Te peguei”. Por instinto a menina segurou o arame farpado da cerca. Sangue. O homem a puxava. Teve uma espingarda apontada pra cabeça. ”Mas pra isso tem que ta viva queridinha” a menina lembrou, soltou o arame farpado.
No quarto escuro a mulher despertou, num susto, sentou-se imediatamente na cama e refletiu. “Só outro pesadelo, não passa disso”. Cobriu-se com o lençol ainda sentada na cama, sentiu uma presença do seu lado, olhou. Um homem dormia do seu lado. Na sua mão esquerda pulsou uma aliança. Relaxou, deitou e dormiu.
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mesmo assim postei disse que não ia, mas postei. escrevi com pressa e sem vontade. tá cheio de erros e nem o wolrd tá corrigindo


