eu posso muito bem voltar e fingir o que eu costumava ser. melhor assim, não? sem mudanças aparecentes. talvez eu corte o cabelo e use um pano na cabeça só pra esquentar o cerebro, afinal, está tão frio ultimamente.
vou fazer assim mesmo. perfeito.
13.2.10
exercício para o carnaval
praticando o desapego, desapego de amigos, de vícios, de festa, de músicas e de mim mesmo. acabar com a dependência e com a fraquesa. colocar tudo em uma caixa e jogar no mar. pular junto e ter certeza de que tudo isso foi pro fundo. que não vai voltar pra superfície à flor da pele. esquecer o que me maltrata, esquecer o que aprendi com as coisas ruins pra realmente esquece-las. esquecer e esquecer que esqueci, desapegar, não me preocupar, não me importar. eu não me importo EU NÃO ME IMPORTO. vou repetir isso até que eu pare de chorar. até que eu esqueça de tudo e não me importe com o que já aconteceu. sou eu e eu mesmo. amor é uma ilusão uma fraqueza, pelo menos pra mim. eu não me importo. não me importo. cure for my life
decidiu colocar seu coração em uma caixa, o coração sentimental. agora seu coração era só um músculo. pra quê mais? ele se perguntava. ajeitou a caixa. pensou em cores, vermelha seria muito obvio, afinal, ninguém poderia achar seu coração. ele já havia se apaixonado demais na vida, por homens, por amigo, por amigos, por melhores amigos. decidiu que a caixa seria verde.
seu coração estava podre, já fora mordido e maltratado tantas vezes que batia só por bater, atividade involuntária. pois se não fosse já teria parado a muito tempo. desistido. diria "desisto". mas ele era um escravo da involuntariedade. batia mesmo sem condições de bater. por esse motivo o menino achou melhor dar-lhe um descanso, deixar regenerar.
seu coração estava podre, já fora mordido e maltratado tantas vezes que batia só por bater, atividade involuntária. pois se não fosse já teria parado a muito tempo. desistido. diria "desisto". mas ele era um escravo da involuntariedade. batia mesmo sem condições de bater. por esse motivo o menino achou melhor dar-lhe um descanso, deixar regenerar.
26.1.10
shame and fortune
A menina acordou, sentou-se na cama e colocou as mãos na cabeça. Eu queria poder dizer que o seu corpo estava anestesiado e que ela não estava sentindo nenhuma dor. A menina se deu conta da situação, pensou em correr, sem forças. A cabeça ainda enterrada nas mãos ela percebeu que estava livre pra correr, sair daquele quarto. O vento corria pelo quarto, parava na porta e dizia “corra menina”, mais ou menos isso. A menina levantou-se e saiu, parou assim que saiu pela porta, um homem estava parado a uma distancia que a menina não calculou, a menina estava estupefata. O vento parou , virou-se e gritou “agora corra querida. você não vai querer ficar aqui pra ele fazer tudo de novo com você, vai?”. Ela virou e correu, o homem continuou parado. A menina via ao longe arvores, mato e cerca. Correu para lá, mesmo sem forças. Tropeçou. Lá ela ficou por alguns segundos sentindo a dor entre as pernas e na barriga. Chorou, não de dor, de raiva. “Eu vou matá-lo”, ela pensava. ”Mas pra isso tem que tá viva queridinha” ela escutou. Um tiro ao longe, isso é um “vou te pegar de novo menina”. Levantou-se e correu. Outro tiro, mais perto, “estou te alcançando”. A cerca estava perto, ela tropeçou assim que alcançou a cerca. “Nenhum problema, passou por baixo”. Começou a se arrastar e sentiu uma mão na sua canela. “Te peguei”. Por instinto a menina segurou o arame farpado da cerca. Sangue. O homem a puxava. Teve uma espingarda apontada pra cabeça. ”Mas pra isso tem que ta viva queridinha” a menina lembrou, soltou o arame farpado.
No quarto escuro a mulher despertou, num susto, sentou-se imediatamente na cama e refletiu. “Só outro pesadelo, não passa disso”. Cobriu-se com o lençol ainda sentada na cama, sentiu uma presença do seu lado, olhou. Um homem dormia do seu lado. Na sua mão esquerda pulsou uma aliança. Relaxou, deitou e dormiu.
xxx
mesmo assim postei disse que não ia, mas postei. escrevi com pressa e sem vontade. tá cheio de erros e nem o wolrd tá corrigindo
10.1.10
sobre dedicação
eu queria me dedicar mais a esse blog, colocar fotos legais e textos que ninguem ira parar de ler até chegar o fim. poisé, mas a vida deve ser assim mesmo, e por isso esse blog tá indo pro beleleu.
descupe-me, mas acho que se não chover o arco iris vai sumir.
4.1.10
meu narciso , eu narciso
quando eu era pequeno eu queria viver em uma bolha. eu sempre achei bem legal, mas quando eu era pequeno em especial, eu queria viver nessas bolhas pois eu detestava que me tocassem. eu me achava puro de mais. ora, eu era branco, de olhos azuis e cabelos ,loiros, todos me chamavam de anjo. e eu era, ou pelo menos parecia um. agora que eu sei o que é, acho que na época eu era um narciso. eu detestava que me tocassem e sempre fui rude com isso. me desviava das pessoas e até familiares. até amigos mesmo eu não gostava, não por nojo, eu só não queria que me tocassem mesmo. hoje eu não sou mais assim, creio. não sou narciso e nem tenho condições de ser, queria ser, mas não sou.
x
eu tinha mais coisa pra escrever, sabe aquelas que você pensa antes de dormir? foi dessas, eu até repassei na minha mente pra não esquecer, mas só repassei essa parte e o resto esqueci. da próxima eu escrevo.
17.12.09
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